quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

De volta à rotina...

Hoje meu dia foi uma verdadeira maratona. Acordei cedo, fui pro teste de figurino do comercial da Motorola, ao voltar fui direto pro restaurante almoçar, de lá peguei um ônibus pra Cintra, no Engenho de Dentro, dei de cara com a porta e fiquei sabendo que a Cintra agora está na Barra, peguei mais dois ônibus até lá, voltei, fiz compras no supermercado lotado... ufa! De volta à rotina...

Meu feriado em Goiânia desta vez foi um período em família. Minha avó, meus tios e meu primo foram passar uns dias lá em casa e nós ficávamos fazendo programas familiares. Ou seja: comer, comer e comer. O que mais se faz em família?

Fui pro rodízio de crepe com a minha mãe e a Marina. Fizemos um churrasco lá em casa com a família da Júlia. Fizemos jantar chinês com a família do Cleiton. Depois fomos almoçar na casa dos pais do Cleiton... Enfim... Quando todo mundo foi embora ficou uma tristezinha, a casa vazia...

E ao voltar ao Rio, então... Apesar de já sentir necessidade de vir, a sensação do primeiro acordar nesta cidade parece que será sempre a mesma. Primeiro o susto com o toque do despertador, depois uma decepção e um cansaço de acordar aqui, de recomeçar tudo, de estar sozinha. Quando alguém me pergunta, digo que adoro o Rio e pretendo ficar aqui. E é verdade. Mas tem uma ponta de desespero que não sei se um dia vai passar. É a mesma que eu tinha quando fiquei de intercâmbio nos Estados Unidos. E é também o que sempre temi em mim e em minha vida, desde que soube que da minha necessidade de procurar novos ares nasceria um eterno incômodo: o de não ter raízes.

Apesar de me dar muito bem aqui, sinto falta daquele aconchego de me sentir querida e amada. Sinto falta de estar perto da família, tanto a de sangue quanto aquelas que agreguei em minha vida e que são tantas e de tantas maneiras: minhas irmãs, primas, mães e sobrinhos agregados.

Espero começar a fincar raízes no Rio...

Um comentário:

Nel disse...

Lianzinha, faço do seu post meu. Não q eu conseguiria escrevê-lo tão bem assim. Mas q é uma coisa q sinto tanto também e nunca consegui dizer simples assim. Adoro seu blog. Adoro poder pelo menos participar do seu cotidiano de uma maneira indireta. Tenho saudades...bjos Nel

PS.: Juro q um dia respondo sua carta!