domingo, 7 de dezembro de 2008

Conversa pra boi dormir


Depois de me revirar na cama, resolvi assumir a insônia, ligar a computadora (já expliquei que meu computador é mulher, né...) e atualizar me blog. Pois bem, depois de me conectar à internet, até de fato escrever esta postagem, já estou com sono. Mas me recuso a dormir faltando uma hora para acordar. Dá muito mais preguiça pensar em ter que levantar morrendo de sono depois. E já que estou de férias... Recupero o sono à tarde, por que não?
Mas já que o tema é esse... Lembremos minhas histórias de sonos, soninhos e sonecas. Já falei dos tipos de sono? Há o sono de corpo. É aquele em que o corpo pesa e sentimos necessidade imediata de repouso. Há o sono de olhos. Quando a mente continua acordada, mas os olhos pesam e querem se manter fechados. E há o sono de alma a um palmo acima do corpo. Nós sentimos a alma flutuando um pouquinho e é um soninho até gostoso, se estamos na cama. Mas qualquer um desses tipos é torturante em situações em que estamos impedidos de dormir, como em uma festa barulhenta ou no meio da aula. Pois bem, hoje nenhum desses sonos vinha me visitar. Rolei de um lado pra outro da cama, o que na verdade é uma mentira, ou melhor, apenas uma expressão. Rolei nada, mas fiquei um bom tempo paradinha esperando o sono chegar.
É uma vergonha, mas há dias em que estou com soninho, cansadíssima, mas enrolo, enrolo, enrolo, por preguiça de dormir. Explico: preguiça de todo o ritual de antes de dormir, especialmente a escovação de dentes. E o pior é o que todo mundo já sabe: quando acabamos de escovar os dentes, perdemos o sono. Uma maldição.
Todo mundo sabe que adoro dormir com filhotes. Como diz a Marina, não há nada melhor do que dormir com um filhotinho de gato ou cachorro. Principalmente em dias frios. Mas acaba sendo uma tarefa impossível, pois a alergia não me deixa dormir. Em Goiânia, então, onde temos três gatos, passo a madrugada espirrando e coçando os olhos. Quando invento de dormir com meu gatinho aqui, acordo com os olhos inchados. Outro dia entendi o motivo, ao acordar no meio da madrugada com um gato lambendo meu olho. Mas de vez em quando me dou o luxo de dormir com meu gatinho, tomo um antialérgico e vou pra cama.
Enfim, hoje contei minhas histórias de sonos, soninhos e sonecas, como expliquei anteriormente. Na próxima insônia, me lembrem de escrever minha histórias de sonambulismo...

Um comentário:

Erika disse...

eba, já quero as histórias de sonambulismo!!!..eheheheh