segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Qual é meu número mesmo?
Inexplicavelmente passei o final de semana inteiro sem saber meu número de celular. Pensava, pensava, e nada de lembrar. Branco total! Hoje fui recarregá-lo no caixa do Banco do Brasil e subitamente lembrei!
Acalmando...
Combinamos um rodízio de pizza pra daqui a pouco. Pizza acalma qualquer um. Rodízio então...
Na pior das hipóteses... Se eu acabar aqui no feriado, pelo menos tem show do Luiz Melodia no dia 20.
Sampa, show, filmagens, editora. E o mestrado? Aff, pensa que vou pra Sampa pra quê? Por pura dedicação ao mestrado! Afinal, onde você acha que vou comprar os livros?
Na pior das hipóteses... Se eu acabar aqui no feriado, pelo menos tem show do Luiz Melodia no dia 20.
Sampa, show, filmagens, editora. E o mestrado? Aff, pensa que vou pra Sampa pra quê? Por pura dedicação ao mestrado! Afinal, onde você acha que vou comprar os livros?
Dia errado
Quem é o deus responsável pelo calendário mesmo? Alguma coisa está errada. Hoje é um delicioso dia de domingo. O problema é que é segunda. Saí de casa pra palestra do Derrick De Kerckhove, na Biblioteca Nacional. Vi que caía uma chuvinha, mas, cabeça dura que sou, me recusei a sair agasalhada depois de passar calor por tantos dias. Resultado óbvio: morri de frio durante a palestra inteira. E olha que foi muito interessante. Mesmo assim eu não conseguia parar de pensar em filme, sofá, cobertor, companhia e chocolate quente, combinação perfeita para dias como este. De domingo, claro.
Lembrei de uma carta que a Júlia me escreveu em 2002 (é, Júlia, eu decoro, sim), falando pra criarmos um calendário novo. Novos deuses e novos feriados. Eu concordo. E decretaria que segunda-feira é feriado!
Lembrei de uma carta que a Júlia me escreveu em 2002 (é, Júlia, eu decoro, sim), falando pra criarmos um calendário novo. Novos deuses e novos feriados. Eu concordo. E decretaria que segunda-feira é feriado!
domingo, 4 de novembro de 2007
Só
Tem dias em que troco o texto do "quem sou eu" do perfil do meu orkut duas ou três vezes. Mas quem disse que tenho que ser a mesma durante o dia inteiro?
Hoje a Luana trouxe pirulitos de chupetinha para nós. Gosto de infância.
Como combinado com São Pedro, hoje choveu. Ventinho bom. E não acabou a energia, ainda bem.
Hoje a Luana trouxe pirulitos de chupetinha para nós. Gosto de infância.
Como combinado com São Pedro, hoje choveu. Ventinho bom. E não acabou a energia, ainda bem.
Outros olhares

Gosto de um olhar fresco sobre cada coisa. Esse construir o outro que primeiro perpassa toda nossa subjetividade. Gosto de me divertir e de me intrigar tentando enxergar visões alheias. E tentando mostrar ao outro aquela que é minha. Como quando brincamos de conversar com alguém de cabeça pra braixo. E o queixo vira nariz. E a boca adquire uma forma estranha. Como um ogro. E gargalhamos. E nos assustamos. E nos surpreendemos. Aprendi essa brincadeira com minha irmã. E ensinei a tantas outras pessoas. Um outro ângulo.
Criança é um ótimo exercício pra isso. Quando eu dava aula para elas, por exemplo, e ensinava vocabulários como tall, short, old, young, na hora de praticar e de me descreverem, elas costumavam me descrever como tall e old! A outra garotinha que conheci na Bienal, e que se tornou minha amiga, olhou pra minha cara e soltou que eu me parecia com a Sininho. É, tirando o pequeno detalhe de ela ter um rosto completamente diferente, ser loira e de cabelos bem curtinhos, talvez eu me pareça mesmo... No tamanho. Ou no branco dos olhos. Mas o interessante é que ela viu algo ali. E o que ela viu era totalmente subjetivo, passava pelo que ela era, muito antes de passar por mim.
Faz um tempo que a Euri ri dos meus comentários, porque algumas vezes são opostos dos pontos de vista das outras garotas da conversa. Enquanto elas comentavam que não sabiam como a Deborah Secco foi namorar o Falcão, eu pensava no porquê de ele ficar com ela. E quando assistíamos a um programa apresentado por uma modelo do tipo loira, alta, com rosto de nada, e comentaram que ela era casada com o Seal, eu me perguntei o que ele havia visto nela, enquanto o comentário geral era o oposto. Mas quando o assunto foi Marcos Frota e Carolina Dieckman ( acha que um bando de mulheres juntas conversam sobre o quê?), já tranquilizei-as de antemão. Não, não vou perguntar o que ele viu na Carolina Dieckman, né, aí já seria demais...
Ah, Julia, e eu sei, sim, quem é Carolina Dieckman, viu?
sábado, 3 de novembro de 2007
Um dia perfeito

Eu mereço, depois de tantas coisas, ter um dia assim: perfeito do início ao fim. De bem com São Pedro, também. Passei o dia na praia com as meninas. O céu azul, sol brilhando, mar calmo, propício a longos banhos. Queijo coalho, água de coco, dois sucolés, um de mousse de maracujá e um de coco. Eu já tenho história com os tais dos sucolés. Conto outro dia. Fim de tarde fresquinho, volta pra casa, banho gelado... Assim que entrei no banho, escutei o barulho de chuva grossa e montes de trovoadas. Pensei que o podrão já não iria rolar. Mas não. Saí do banheiro e já não havia mais chuva. Fomos primeiro sacar dinheiro e depois buscar o podrão. Fui atendida pelo baixinho, que capricha. Só gosto de ser atendida por ele, que enche de molho, bem como eu gosto. Assistimos um pouco de TV e depois fomos pro ensaio de escola de samba na Mangueira. PERFEITO! Amei demais! A agitação, o clima, a cordialidade das pessoas, os passistas, as criancinhas sambando... lindo, lindo, lindo. Semana que vem eu volto!!
"Mandou me chamar, eu vou
Pra Recife festejar
Alegria no olhar eu vejo
É frevo, é frevo, é frevo."
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Bate-papo rendeu...
Depois da caminhada e da água de coco, tomei meu banho e fui com as meninas (Luana, Priscila e Suzana) ao McDonalds. Queria o McLanche Feliz do pinguim gorducho, mas não tinha mais. Acabei escolhendo um bichinho que não sei o que é, mas pega onda girando, bem legal. Voltamos e resolvemos fazer nossa aulinha de Francês. Percebi que preciso retomar a prática. Tenho muitos brancos, esqueço vocabulário, conjugações. Acabei passando muito tempo sem contato com a língua. Quando apagaram as luzes da sala de estudos, fomos para o sofá e ficamos batendo papo, só em francês. Depois mudamos para inglês. Depois, português. E já combinamos grupo de estudos de todas as línguas possíveis, italiano, grego, latim. O bate-papo rendeu bastante, conversamos muito sobre filosofia. A Suzana gosta dos antigos (Sócrates, Platão) e ela conheceu o Wagner, que foi meu professor de Lógica. Deu pra trocar muita idéia. A Priscila trouxe biscoito e laranja. Passamos para poesia, recitamos as nossas e de outros, conversamos sobre nossos gostos literários, a Su falando de Marcel Proust e eu falando de Lispector. A Euri apareceu no meio da conversa, mas estava morta de sono e foi dormir. A Priscila fazendo suas piadas e ainda por cima encerrou a noite falando de mucosa anal. É nisso que dá juntar uma comunicadora, uma filósofa e uma médica. Aí vi que já era hora de voltar pro quarto e pensar em dormir. Aquele passarinho chato já tinha começado a cantar. O dia já estava claro. Os mosquitos da noite estavam indo embora e já ia começar o turno dos mosquitos da dengue. Uma última palavrinha aqui, que já são quase sete da manhã, apesar de esse blog não saber olhar as horas. Coitado.
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