quarta-feira, 9 de abril de 2008

Conselho precioso

Anote aí: SEMPRE QUE PENSAR EM DEIXAR ALGO PRAZEROSO DE LADO PARA CUMPRIR UMA OBRIGAÇÃO, SIGA SUA VONTADE E FAÇA O QUE LHE DÁ PRAZER. Nesse caso, se decidir pela obrigação, ela acabará se revelando uma furada. É verdade e foi comprovado 100% daz vezes em minha pesquisas empíricas, bem como em minhas observações participantes.
Você quer sair com os amigos, mas em vez disso vai à aula importantíssima. O professor não aparece.
Você quer ir à festa, mas resolve ir à palestra. A palestra é uma droga.
Você quer ficar em casa, mas tem que ir à reunião. A reunião é cancelada.
E você fica pensando: "devia ter saído com os amigos / ido à festa / ficado em casa".
Alguma vez você, na festa, pensou "devia ter ido à aula"?
POIS É!
PS: Dizem que "se conselho fosse bom, não se dava, vendia". Mas isto é uma amostra grátis exclusiva para os leitores do "Bolhinhas da Lian". Nos próximos conselhos, pensarei em um preço justo...

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Da minha coleção de vícios....

Salada de frutas com mel e flocos de arroz;
temaki;
kinder ovo;
chandelle;
flan;
sushi;
coxinhas com suco de cupuaçu;
achocolatado Danette;
queijinho com frutas;
pamonha;
torta de sorvete;
balinha de melão;
brownie;
comida de Pirenópolis;
açaí;
escondidinho;
salame...

Meu último vício foi frustrado, interrompido pela falta de colaboração dos supermercados, que pararam de disponibilizá-lo: Achocolatado Hershey's Dark.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Mais sobre a vida e a morte

No primeiro ano de faculdade, tive um professor de Filosofia chamado Jordino Marques. Devia estar na faixa dos 60 ou 70 anos. Era padre, diabético, usava uma perna mecânica e conhecia não sei quantas línguas, entre elas pelo menos duas línguas mortas. Era a princípio bruto, mas aos poucos revelava um lado doce. Tinha um humor ácido. Entre as muitas lendas que corriam a seu respeito, uma delas é de que ele adorava pescar, quando ainda tinha tinha as duas pernas. Achei isso muito doce. Veja só, o professor Jordino, padre, diabético, que lia Heidegger em alemão e sabia aramaico, adorava pescar!

Acho que foi no quarto ano de faculdade que recebi a notícia de seu falecimento. Entre os lamentos, lembro bem de um comentário, que dizia: "É uma pena perdermos uma pessoa tão cheia de conteúdo. Sabia várias línguas, publicou livros, deixou um livro pela metade. Pense no quanto ele poderia acrescentar ainda, quantas obras poderia publicar!" Alguém se lembrou de que ele ainda poderia pescar, se estivesse vivo?

Quando eu morrer, não quero que pensem no quanto produzi ou poderia produzir. Quero que pensem em tudo que vivi e poderia viver. Que digam que eu aproveitava a vida, que amava e era amada, que tinha grandes amigos, uma família querida, que gostava de passear, de comer, que queria a casa sempre cheia. Não quero ser uma pessoa que produz. Quero ser uma pessoa que vive e que ama.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Bolhas


Apesar de o lançamento oficial da Revista Bolhas ter sido na semana passada, com o "bolhas de chocolate", começo hoje a divulgá-la. Trata-se da revista virtual criada por mim e minhas amigas Júlia, Maria Cristina, Érika e Taís, à custa de muita filosofia de boteco. Espero que todos acessem-na, leiam, comentem, divulguem. É uma proposta que me é muito cara, afinal, debater coisas importantes e desimportantes é minha paixão. É, como disse a Erika, uma revista para nos divertirmos. Apesar de a maioria de nós ter formação em jornalismo, ela será uma revista livre, para escrevermos no formato que quisermos.

Eis sua apresentação: "Bolha é tudo aquilo que nos envolve. Estamos sempre dentro de uma ou várias bolhas. Uma tarefa, uma atividade, uma pessoa... Tantas bolhas... Duradouras ou fugazes. Bom mesmo é estar em bolhas que nos fazem sorrir, que nos emocionam e até que nos desafiem, mas para nos trazer satisfação depois. É isso, pois, o que pretendemos fazer neste espaço... Soltar bolhas... Bolhas de pensamentos, de idéias, de dúvidas, de debates...Sejam bem-vindos às nossas Bolhas!"

Acesse: www.revistabolhas.blogspot.com !

quarta-feira, 26 de março de 2008

26 de março de 2008


Hoje minha grande amiga, a Georgia, vai ter nenê. Quer dizer, ter, ela já tem há um tempão. Já faz uns meses que a Georgia teve o Apolo, que faz planos para ele, vê suas imagens no ultrassom, sonha com ele, lava e passa suas roupinhas, decora seu quarto. E faz muito mais tempo do que isso que ela já prepara o mundo para ele, enfeitando-o com cores e sons. Mas hoje ele vai sair da barriga. E desde que a Georgia me ligou, estou eu também um pouco grávida.

terça-feira, 25 de março de 2008

Pós-Páscoa


Cheguei ao Rio, resolvi questões práticas e ainda aproveitei algumas das melhores coisas desta cidade: o temaki do Maki Maki e a salada de frutas do shopping. Mas vamos ao balanço da Semana Santa:
- Fizemos o lançamento da Revista Bolhas, com um "Bolhas de chocolate", como batizou o Leandro. Absurdamente, a Georgia não tirou meu nome no amigo secreto. Tenho certeza de que foi marmelada...
- Ganhei chocolate para três meses: um Diamante Negro, um Kinder Ovo, um Talento e um Kopenhagen.
- Não fizemos clube da luluzinha, hunf!! Todo mundo viajou, só consegui aproveitar a companhia da Júlia, do Fernando e do Leandro. Mas consegui visitar os sobrinhos da Júlia, que cada dia ficam mais lindos e engraçadinhos.
- Almocei em Pirenópolis. Comer o arroz com pequi, o bife acebolado e o quiabo de Goiás é a melhor coisa que existe!
- Ri do comentário da marina sobre o Telecine Cult: "Essa coisa de 'telecine cult' é engraçada, é um modo educado de passar filmes ruins."

terça-feira, 18 de março de 2008

Em Goiânia!!

É estranho chegar aqui e não encontrar ninguém pra me receber. Mas também fui eu quem não avisei a hora da minha chegada... Peguei um taxi e, quando estava no térreo, vi que o outro elevador estava no meu andar. Quando subi, a Simone ainda falou que minha mãe havia acabado de sair. Além da Simone, só os gatos estavam em casa. Dormi quase a manhã inteirana cama da Marina. Apesar de adorar Goiânia, esta cidade faz mal pra minha saúde. Volto dez anos mais velha e toda ressecada.